Não fujas,
oh, doce criatura,
não fujas de mim!
Só quero o teu bem,
pois sei como é ficar aquém.
E não quero ver-te assim.
Se te chamo,
se te falo,
se eu grito teu nome
é porque quero
que tu estejas comigo,
de alguma forma protegido
de qualquer coisa que te possam fazer.
Sei que posso estar exagerando,
mas a necessidade que tenho é
de te cuidar,
de te ajudar,
de te proteger.
Apenas te peço
que me deixes sentir fazer parte.
Peço que me entendas,
que compreendas,
a necessidade que tenho de te amar.
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